Semana Santa - A Paixão de Cristo - Parte I

Sábado, 07 Março 2009 20:57
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Índice

01 – Introdução

02 – Histórico

03 – Predições de profetas Miquéias e Isaias

04 – A dominação romana

05 – As leis de Deus, de Moisés e de Jesus

06 – O cenário está pronto

07 – Jesus em Betânia

O8 – A ressurreição de Lázaro

09 – Maria unge com ungüento os pés de Jesus

10 – Jesus anuncia a Sua paixão

11 – A grande ironia: Entrada triunfal em Jerusalém e a morte na cruz

12 – Jesus assombra o mundo

13 -  O que aprendemos com Jesus

 

01 - Introdução

Desde criança aprendi que a semana santa representa a paixão de Cristo. A Sua morte numa cruz infame. O que me revoltava era que com todas as legiões de anjos, serafins e querubins à disposição do Senhor, nada foi feito para salvá-Lo, como se faz nos melhores filmes de ação, quando o mocinho está para ser executado, aparece uma espingarda oportuna e uma bala certeira que corta a corda da forca, retira a espada ou o revolver da mão do bandido, e outras coisas mais que emocionam a platéia.

Quando criança as coisas parecem mais fáceis do que na realidade são. Nossos corações são mole como gelatina e pendem para onde ficam os melhores indivíduos.

E Jesus era um mocinho que sempre desejei que tivesse tido uma melhor sorte com aquela malta de bandidos que o crucificou.

Mas se os anjos não chegaram a tempo de salva-Lo, alguns dias depois, Ele “vingou-se” de uma maneira diferente e afetuosa aparecendo durante quarenta dias aos seus Apóstolos. E para desespero dos fanáticos religiosos, os bandoleiros não podiam mais mata-Lo porque o Seu corpo era diferente, diáfano, transparente, sublimado. Aprenderam que não se pode matar o corpo astral.

Que beleza! Jesus eliminou a morte!...

Mostrou que a morte é apenas um apêndice, uma passagem para um mundo diferente, exuberante, sublime, na grande jornada rumo a Deus.

A semana santa representa para o cristianismo a prisão, flagelo, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Esse evento ocorreu durante os festejos da Pessach, data em que os judeus comemoram a fuga e a libertação de seu povo escravizado no Egito.

Com o passar do tempo fui estudando e aprendendo a conhecer as tricas políticas e religiosas que emolduravam o quadro histórico de Israel no tempo em que Jesus veio ao mundo material, adotando o preceito de Kardec que nos ensina no axioma “Espíritas amai-vos, instrui-vos”.  Fui em busca de instrução como autodidata para aprender o máximo possível e não ficar dependendo de outros a cada vez que desejasse saber algo sobre um determinado assunto.

Seguindo esse caminho pude compreender num sentido amplo e holístico toda a trajetória do Cristo de Deus sobre a terra, e não mais pensar de maneira ingênua como quando era criança.

O problema é que os homens da atualidade ainda pensam como eu pensava quando criança, por que não se aprofundam nessa questão da semana santa. Talvez isso também não interesse a essa gente. O que fazer?

Desde que descobrimos que somos espíritos imortais, sujeitos a viver bem ou mal no mundo espiritual depois da morte, como conseqüência de nossos atos aqui na terra, aprendemos que Jesus é o caminho, a verdade e a vida, e só por Ele podemos chegar a Deus. Por que recalcitrar contra os aguilhões como fez Saulo de Tarso? O melhor é ser obediente a Deus e ser feliz. 

O Espírita já aprendeu que pode ser feliz seguindo Jesus, e levando a vida normalmente como todas as outras pessoas. A única diferença é que entende que precisa ser boa gente e fazer o bem. De resto procura se abster de excessos e de coisas que façam mal ao corpo e ao espírito. 

Fácil de fazer? Depois que se acostuma a fazer o bem, sim.  A pessoa se intera tanto com a virtude, se sente tão feliz em ser útil, que se distancia de qualquer ação que seja má. Porque tem um elemento em seu cérebro que acende a luz e buzina forte sempre que se sente atraído para coisas ilícitas.

Desde então aprendi, com os escritores renomados e com os espíritos de escol, muita coisa sobre os mais diversos assuntos. Eles são os sábios que temos que seguir para não errar. Com certeza só escrevem o que há de melhor em ensinamentos para a humanidade. Também pudera são discípulos de Jesus, adotam o Seu evangelho e ensinam os Seus preceitos para o mundo.

 

02 - Histórico

Os fatos que geraram a paixão de Cristo estão insertos desde mil anos antes de nascer o menino numa aldeia chamada Belém na Judéia. Os principais profetas de Israel vaticinavam a Sua vinda ao planeta e o Seu trabalho de libertação de Israel.

Se o povo israelita esperava um libertador para a nação aprisionada nas garras da águia romana, se deu mal. Com a morte do Messias na cruz, acabou a chance de se ver livre da dominação. Cristo foi morto e Israel continuou escravo. Quando tentou um levante em 70, foi destruída a sua capital e o templo (Jesus previra que não sobraria pedra sobre pedra do templo) por Tito, general romano, o que fez com que ocorressem perto de um milhão de mortes de israelitas.

Israel queria se ver livre das garras da opressão que sempre sofreu através de invasores e conquistadores. Acredito que foi o povo que mais sofreu nas mãos de outros povos conquistadores.

Foram seis mil anos de sofrimento e perseguições, por isso desejavam tanto que viesse um Messias para libertar a nação desse jugo maldito.

Mas Jesus veio ao mundo para ensinar uma nova maneira de compreender Deus e as leis que regem o universo. Fazer com que os espíritos que moram neste planeta entendam que são parte do todo universal e peças importantes na maquina divina. Se todos os componentes do aparato estiverem trabalhando bem, o todo funcionará de maneira satisfatória e tudo ficará estável. Assim, o evangelho nada mais é do que a soma de todas as leis universais que devemos seguir para alcançar a perfeição.

Um dia os homens compreenderão isso e adotarão com muito gosto esses ensinos e serão felizes para sempre.


03 - Predições dos profetas Miquéias e Isaías sobre a vinda do Cristo.

Seguindo esse diapasão no assunto vamos expor alguns fatos que os profetas de Israel anunciaram sobre a vinda do Messias.

Estaremos demonstrando Miquéias e Isaías e suas profecias, deixando para outra oportunidade a publicação de um texto bem mais aprofundado sobre Jesus e a Sua vinda para a Terra, com dezenas de predições insertas na Bíblia sobre este fato. Vale a pena esperar para conferir.

Encontramos em Miquéias 5:2-4

-“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.”

-“E ele permanecerá, e apascentará o povo na força do Senhor, na excelência do nome do Senhor seu Deus. E eles permanecerão, porque agora será ele engrandecido até aos fins da terra”. 

Em Isaías temos as melhores profecias sobre Jesus:

-“Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome EMANUEL”. Isaías 7:14

-“mas a terra, que foi angustiada, não será entenebrecida. Ele envileceu, nos primeiros tempos, a terra de Zebulom, e a terra de Naftali, mas nos últimos a enobreceu junto ao caminho do mar, além do Jordão, a Galiléia dos gentios”. Isaías 9: 1

-“O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz”. Isaías 9:2

-“porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará”. Isaías 11:1

-“e repousará sobre ele o espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de inteligência, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor”. Isaías 11:2

-“então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão”. Isaias 35:5

-“Então os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará; porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo”. Isaías 35:6

-“as minhas costas dou aos que me ferem, e as minhas faces aos que me arrancaram os cabelos. Não escondo a minha face dos que me afrontam e me cospem”. Isaias 50:6

-“Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniqüidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. Isaías 53:5

-“Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca, como um cordeiro foi levado ao matadouro e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca”. Isaías 53:7

-“E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte, porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano na sua boca”. Isaías 53:9

-“Pelo que lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo. Porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercede”. Isaías 53:12

Se o amigo notou aqui está a historia de Jesus escrita pelo profeta Isaías 750 anos antes do Seu nascimento. E muitos ainda não sabem que este é um tipo de mediunidade que chamamos de premonição. O espírito de Jesus já estava há mais de 3.250 anos se preparando para descer à Terra e impregnava esses profetas com Sua influência poderosa.

Eles falavam de um Messias que vivia dentro de seus corações e os conhecia por completo. Descreviam aquilo de que o seu coração estava repleto, ou seja, da imagem de um Cristo de Deus que haveria de nascer para dar rumos certos à humanidade sofredora.


04 - A dominação Romana

No ano 63 a.C. o reino de Israel é conquistado pelos romanos que estabeleceram no país um protetorado. A técnica do império romano não era tomar conta do país conquistado e sim deixar que tivessem a sua religião, a sua forma de produção e de vida normal. O que faziam era cobrar imposto do povo e vigiar o país com o seu exercito. Israel foi dominado pelos romanos durante o período em que Jesus esteve na Terra.

Entre o ano de 66 e 70 de nossa era, houve a grande revolta judaica que foi dominada pelo general Tito, com a destruição de Jerusalém e do templo. A região é transformada em província romana e batizada com o nome de Província Judaica.

A última rebelião contra os romanos aconteceu em 135 e foi denominada Revolta de Bar Kochba, que foi esmagada pelo Imperador Adriano e os judeus sobreviventes foram escravizados ou expulsos. A região passou a se chamar Província Síria Palestina.

Esse exílio do povo israelita durou até 1947 quando foi declarada pela ONU a formação do estado de Israel.

Este era o cenário político do país quando Jesus nasceu. E as autoridades romanas sabiam das profecias que diziam que um Messias nasceria naquelas terras, porque tentaram de todas as formas matar o menino.

Jesus Cristo esteve sempre entre duas forças poderosas que se digladiavam constantemente: o império romano que governava o estado político e os doutores da Lei que governavam a parte religiosa.

Se Jesus teve certa tranqüilidade para trabalhar enquanto estava em Cafarnaum e região, o mesmo não encontrou em Jerusalém que era um antro de iniqüidades e os poderosos imprimiam perseguições atrozes aos seus inimigos, incluídos entre esses o próprio Jesus.

 

05 - As leis de Deus, de Moisés e de Jesus

As Leis de Deus são imutáveis e eternas. Regem o universo como um todo e são derivadas da bondade do Sempre Eterno. O universo move-se constantemente nas leis de atração e repulsão e tudo se encaixa nesses parâmetros. Desde o micro até o macro tudo está inserto na vontade divina de fazer com que todos os seres que habitam todos os recantos do universo alcancem com o tempo a evolução para atingir a perfeição.

As Leis de Deus não mudam de acordo com o pensamento humano, que desejam que Suas leis sejam subalternas aos seus desejos meramente humanos. Em todos os tempos as Leis Divinas são as mesmas e estão insertas num contexto que não se consegue mexer a nosso bel prazer.

As Leis de Moisés são uma adaptação das Leis de Deus aos costumes da época em que foram escritas, principalmente as dos dez mandamentos esculpidas em duas pedras. O que Moisés deixou escrito em seus livros que formam o Pentateuco, é o que a sua mediunidade conseguiu retirar do grande conhecimento divino. Lógico que as leis estavam inseridas num contexto histórico onde Israel vivia em guerras com muitos inimigos que o cercavam. Moisés estabeleceu normas e costumes muitas vezes cruéis para poder dominar o povo. Instituiu o “olho por olho, dente por dente” que tornava a vingança algo corriqueiro entre os seus.

As Leis de Jesus são o mais lídimo repassar das Leis de Deus aos homens na Terra. São leis que se coadunam com os ditames divinos e que estão inseridas em todas as partes do universo.

Jesus conhecia as escrituras profundamente, tanto que com 12 anos de idade já debatia com os doutores da Lei. Ele mesmo disse que não vinha para derrogar a Lei e os profetas, mas para dar cumprimento a essas Leis.

Todo o povo de Israel seguia havia muitos séculos a lei de Moisés e, como era povo fanatizado, seria muito difícil modificar os seus costumes e hábitos impregnados também nesta mesma Lei.

Jesus começou o seu ministério aos 30 anos de idade, depois que João Batista começou a pregar ao povo no rio Jordão sobre a vinda do Messias esperado por Israel, de quem ele nem sequer se atreveria a amarrar as sandálias.

Depois do batismo de João, Jesus seguiu para o deserto onde jejuou durante quarenta dias e então foi a Jerusalém. Em seguida percorreu a distancia de 170 km até Cafarnaum às margens do mar da Galiléia e começou a convocar os seus discípulos para começar o trabalho de divulgação de um novo reino.

As tramas políticas e os inimigos gratuitos do Mestre rondavam o Seu ministério, mas Ele continuava o Seu trabalho de divulgação das Leis divinas, eternas e imutáveis, ao mesmo tempo em que fazia toda sorte de curas e prodígios que emudeciam o povo, mas que gerava o ódio exacerbado das autoridades do Sinédrio.

Seus inimigos declarados e ocultos tramavam a Sua morte. Tudo faziam para colocar as mãos em Sua pessoa para condená-Lo. Entre esses dois mundos, o romano e o judeu, o Divino Cordeiro continuava o Seu trabalho de regeneração do mundo.

Se os homens do Sinédrio tramavam a morte de Jesus desde os Seus primeiros ensinamentos na bucólica Cafarnaum, atingiu o ápice quando ressuscitou Lazaro em Betânia. Inconformados com tamanha elevação espiritual do Cristo, os homens da Lei tramaram definitivamente os passos que culminaram em Sua morte.


06 - O cenário está pronto

De um lado o poderio romano que tudo observava com olhos de lince e de outro os doutores da Lei, fariseus, saduceus, escribas entre outros que esperavam um Messias guerreiro, libertador, e não alguém que ensinasse as normas para a elevação particular da pessoa. Isso não interessava a ninguém, pois naquela época tanto quanto em nossos tempos, poucos são os que estão interessados em melhorar o seu intimo para alcançar felicidade.

Havia também a força do povo hebreu, desconfiado de sua própria sombra, acostumado a viver desde milênios sob as amarras da escravidão, refém de suas próprias iniqüidades, pois que tinha com os que fossem contrários à Lei e os estrangeiros como inimigos ferrenhos que deviam trucidar a qualquer hora.

No meio dessas forças estava o Cristo de Deus que era repleto de luz de consolação, tentando ensinar o caminho para a libertação dos espíritos e o conseqüente encontro da felicidade.

Mas Jesus sabia que Suas palavras não encontrariam eco naquele tempo e naquela gente. Demoraria muitos séculos para que o homem compreendesse o sentido real de Seus ensinos.

Ele mesmo profetizava que céus e terras passariam, mas as Suas palavras não passariam.

A Sua sabedoria reflete a sabedoria de Deus, pois os Seus ensinos estão na verdade absoluta que vem do Pai Celeste e não há como negá-los. Estão inseridos na natureza e nas leis que regem o universo, por isso são eternos e imutáveis. Podemos não aceitá-los, mas os errados somos nós e não as leis de Deus que haverão de corroborar o que Jesus pregou.

Os ânimos estão exaltados e todos os Seus inimigos só esperam a oportunidade de matá-Lo. O cenário da tragédia está sendo montado para que o ato final seja apresentado como um espetáculo hediondo regado a sangue de um inocente.

A cidade santa se prepara para receber milhares de peregrinos que todos os anos chegam para comemorar as festas da páscoa que representa a fuga e a libertação do povo hebreu das garras da nação egípcia.

Milhares de animais estão sendo preparados para serem oferecidos em holocausto aos seus deuses ávidos de sangue e de mortes sem sentido. 

A cidade regurgita com o povo num vai e vem frenético já antevendo os festejos que se aproximam. Neste cenário de frenesi Jerusalém se enfeita para viver os dias animados que a transformam na capital do mundo oriental. 


07 - Jesus em Betânia

Betânia era um lugarejo agradável e bucólico que estava encravado nas cercanias de Jerusalém, cerca de 3 km de seus muros altos. Ali vivam pessoas simples que desejavam ter uma vida diferente do burburinho encontrado na cidade santa. Reinava a calma e a tranqüilidade própria dos locais singelos e simples que Deus colocou no mundo para dar refrigério às almas cansadas da lida estafante da cidade grande.

Também Jesus, o Divino Mestre, gostava de descansar distante da cidade dos profetas, onde reinava a ilusão, o descaso, a ignomínia, a maldade lugar em que grande parte de seus habitantes desejava por fim ao seu ministério de amor universal.

Quando Jesus se dispunha a chegar a Jerusalém, gostava de descansar à noite, no jardim das oliveiras e na casa dos amigos incondicionais na agradável Betânia.

Numa casinha simples cujo jardim estava sempre bem cuidado com roseiras diversas e outras flores, com um pomar nos fundos com várias arvores frutíferas, moravam Lazaro, Marta e Maria, os três irmãos que veneravam o coração do Mestre Maior.

Jesus se sentia confortável na convivência com esses irmãos. Sempre que possível descansava alguns dias nesse recanto aprazível, junto com seus discípulos.

Enquanto repousava não perdia o ensejo de ensinar aos três irmãos e amigos que ali permanecessem. Tanto foi que no Seu evangelho conhecemos a passagem onde Maria sentou-se aos Seus pés, ouvindo os Seus ensinos enquanto Marta rogava fosse auxiliá-la nos afazeres domésticos. Jesus lhe diz que Maria escolheu a boa parte, ou seja, ouvir os Seus conselhos.

Muitas foram as vezes em que Jesus esteve em Betânia com os irmãos. Ao aproximar-se o fim de Seu ministério, por duas vezes ainda, visitou os amigos para proporcionar dois dos maiores ensinamentos que os evangelhos nos contam.

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