Centro Espírita Dr. Adolfo Bezerra de Menezes

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte

No Calvário - Soneto 01

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF

  Na cruz do Calvário

Dilaceram os pregos as Suas mãos
Que sangram na agonia derradeira.
Eleva-se o corpo na cruz de madeira
Na odienta forma de supliciação.

No calor da tarde, na crucificação,
Suspenso, na colina da Caveira,
Sua palavra sábia é mensageira;
Ressoa dos lábios a voz do coração.

Angústia suprema no coração aflito,
O perdão aos algozes foi como um grito
A reboar igual trovão no alto da cidade.

Jesus elevou Seus olhos ao infinito!
Pendeu a cabeça, cumpriu o escrito,
Deixou o mundo e entrou na eternidade.

Luiz Marini 21-02-2019

Continuar...

 

Luiz Marini - Livros

kiko_e_malhado.jpg
Clique na imagem para acessar


Para refletir

"No caráter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude." (Henry Wadsworth Longfellow)