Centro Espírita Dr. Adolfo Bezerra de Menezes

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CAPÍTULO 37: Algum tempo depois

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CAPÍTULO 37
 
 
 
 Algum tempo depois

 
                                 O que aconteceu com os personagens.
                                                             


               A revolta dos posseiros tomou as ruas das cidades do sudoeste paranaense no mês de outubro de 1957 e a população conseguiu com que o governo retirasse da região as Companhias comercializadoras de terras e, com elas, os jagunços que eram seu braço armado.
            O crescimento dos ataques dos jagunços aos colonos fez com que houvesse a união entre os interioranos e os citadinos, que pegassem em armas e enfrentassem, com muita coragem, a situação.
              Os escritórios das Companhias foram invadidos e os documentos jogados na rua, rasgados, queimados, para que nada ficasse em prejuízo dos que possuíam terras e não tinham a posse definitiva. Com as Companhias e os jagunços expulsos da região uma nova era começava para os paranaenses do sudoeste.
               Em 1962 começou a medição e a titulação das terras, com a paz voltando a reinar na região.
              A fazenda de Altair, no Iguaçu, foi desapropriada e desmembradas as partes que haviam sido anexadas indevidamente, retornando as terras aos antigos donos ou descendentes. Darci e Dirceu voltaram a trabalhar como capatazes na fazenda de Otávio, até que, em 1980 resolveram mudar para Curitiba, onde tinham parentes.
               Antonio voltou a trabalhar no armazém, assumindo o posto de gerente. Quando se aposentou passou a viver em sua casinha, à sombra de arvoredos, num dos bairros próximos ao centro.
               Pedro trabalhou no armazém durante muitos anos, e, depois, mudou de profissão, tornando-se pedreiro.
               José continuou trabalhando no armazém de seu Medeiros.
               Otávio administrou sua fazenda e casou-se com Conceição, filha de seu Medeiros, em 1970.
 
 
FIM DA SEGUNDA PARTE
 

 

 

Luiz Marini - Livros

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Para refletir

“A verdadeira paz não é a ausência de guerra, mas a presença de Deus.” (Gereformeerd Weekblad)