Centro Espírita Dr. Adolfo Bezerra de Menezes

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INTRODUÇÃO

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               O mundo espiritual existe e não é criação do Espiritismo. Jesus falava do Reino dos Céus e dizia que era necessário nascer de novo para nele adentrar.

               Cada um conhece o mundo dos Espíritos do seu jeito e da sua maneira. Conhecer o mundo espiritual não é para quem quer, e sim, para quem pode.

               Conheço muitas pessoas que enxergam os Espíritos, conversam com eles e sabem que não são “fumacinhas” que se movem pelo espaço. Algumas dessas pessoas aproveitam o dom mediúnico para trabalhar na seara de Jesus, enquanto muitos outros simplesmente ignoram o dom e não querem comprometimento com a caridade.

               Nas regiões de luz, os Espíritos vivem felizes, mas não estão estagnados no tempo, antes procuram ser úteis aos homens praticando ações que ajudam no desenvolvimento da humanidade.

               Nas regiões intermediárias existem as cidades espirituais onde os Espíritos bons trabalham para reerguer os caídos, curar os enfermos, ensinar as ciências da vida, preparar os Espíritos para o progresso a que estão destinados.

               Nas regiões inferiores as legiões de Espíritos atrasados, malévolos, maledicentes e perversos fazem tudo para entravar o progresso da humanidade e frear os desejos de progresso dos Espíritos que ainda não conseguiram atingir as regiões de luz.

               André Luiz em seu livro “Obreiros da vida Eterna”, escrito através da mediunidade de Chico Xavier nos diz:

 

         (...) Ataquemos de vez o padre!

               ― Estamos bem, somos felizes! Não pedimos auxílio algum, não precisamos de arengas!

               ― Temos aqui o nosso céu! Vão para os infernos!...

               Os adversários gratuitos de nossa atuação não se limitaram ao vozerio perturbador.

               Bolas de substância negra começaram a cair, ao nosso lado, partindo de vários pontos do abismo de dor.

               ― As redes! – exclamou Zenóbia, dirigindo-se a alguns colaboradores.

               ― Estendam as redes de defesa, isolando-nos o agrupamento.

               As determinações foram cumpridas rapidamente. Redes luminosas desdobraram-se à nossa frente, material esse especializado para o momento, em vista da sua elevada potência magnética, porque as bolas e setas, que nos eram atiradas, detinham-se aí, paralisadas por misteriosa força.

               A diretora da Casa Transitória, afeita a ocorrências iguais àquela, fornecia-nos belo exemplo de firmeza e serenidade. Após organizar a defensiva, fez sinal ao pregador para que falasse; e o padre Hipólito, sobrepondo-se aos ruídos e insultos, iniciou o comentário com empolgante acento:

               ― Irmãos, que vos prepareis para a recepção...

 

               Como vemos no texto, os Espíritos inferiores, formam organizações guerreiras que atacam, machucam, prendem os Espíritos fracos ou sem proteção. Eles atacam com bolas e setas que são armas que machucam.

               O trabalho dos mentores espirituais é muito mais complexo do que se pode imaginar e isso geralmente não é descrito pelos autores, que, na maioria das vezes, se omitem com medo das críticas de quem não conhece o que se passa na espiritualidade inferior.

               Nós escrevemos, não para agradar, mas para informar, pois vivenciamos a maioria das ações praticadas e que são descritas no livro, e, se acreditarem no que escrevemos, vamos em frente, caso contrário, que se faça de conta que é uma história fantasiosa ou ficção e tudo ficará bem.

               Depois da morte o mundo espiritual se descortinará e então, todos verão como ele é na realidade. Desse desiderato ninguém conseguirá fugir.

 

Luiz Marini

 

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Luiz Marini - Livros

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Para refletir

"A omissão de quem pode e não auxilia o povo, é comparável a um crime que se pratica contra a comunidade inteira. Tenho visto muitos espíritos dos que foram homens públicos na Terra em lastimável situação na Vida Espiritual." (Francisco Cândido Xavier