Centro Espírita Dr. Adolfo Bezerra de Menezes

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O Aborto na Visão Espírita - Parte 2

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<< Parte I

Parte II

01- O aborto na visão Espírita

02- O Livro dos Espíritos e o aborto

03- André Luiz e a concepção vista do lado espiritual

04- André Luiz e a médica que matou 58 crianças ao nascer

05- Divaldo e a moça que cometeu 16 abortos

06- Conclusão sobre o aborto delituoso

 

 

01 - O ABORTO NA VISÃO ESPIRITA

O Espiritismo tem muitos inimigos gratuitos e fortuitos que tudo fazem para denegrir a sua imagem perante as pessoas, pois o Espiritismo é serio e pungente arquétipo de trabalho em favor dos desígnios de Deus.

O verdadeiro Espírita Cristão rescende luz em seu viver e isso perturba aqueles de vivem sugando as pessoas, porque não conseguem transforma-los em cordeirinhos de presépios.

Como não podem dominá-los procuram desfazer o seu trabalho e o próprio Espiritismo, tentando jogar por terra toda a luz que essa Doutrina traz para o homem.

Até mesmo Chico Xavier disse certa feita que não tem como fazer com que as pessoas vejam e sintam as verdades espirituais como ele via, por que nem todos tem as faculdades mediúnicas desenvolvidas para tanto.

Mas a hora de cada um chegará, isso é certo, e quando chegar a hora dos que tentam provar que a vida espiritual não existe, será muito embaraçoso descobrir que ela é muito mais do que mera fumacinha de fantasmas do Alem.

Queremos expor aos amigos alguns fatos que ocorrem na Espiritualidade para com aqueles que cometem o crime de aborto, pois pensam que são imunes à Lei de Deus. No rol dos maiores sofredores da Espiritualidade estão aqueles que cometem o aborto delituoso.

 

02- LIVRO DOS ESPIRITOS E O ABORTO

Em o Livro dos Espíritos temos as questões:

344 Em que momento a alma se une ao corpo?

– A união começa na concepção, mas só se completa no instante do nascimento. No momento da concepção, o Espírito designado para habitar
determinado corpo se liga a ele por um laço fluídico e vai aumentando essa ligação cada vez mais, até o instante do nascimento da criança. O grito que sai da criança anuncia que ela se encontra entre os vivos e servidores de Deus.

345 A união entre o Espírito e o corpo é definitiva desde o momento da concepção? Durante esse primeiro período o Espírito poderia renunciar ao corpo designado?

– A união é definitiva no sentido de que nenhum outro Espírito poderá substituir o que está designado para aquele corpo. Mas, como os laços que o unem são muito frágeis, fáceis de se romper, podem ser rompidos pela vontade do Espírito, se este recuar diante da prova que escolheu; nesse caso, a criança não vive.

 

 

357 Quais são, para o Espírito, as conseqüências do aborto?

– É uma existência nula que terá de recomeçar.

358 O aborto provocado é um crime, qualquer que seja a época da concepção?

– Há sempre crime quando se transgride a Lei de Deus. A mãe, ou qualquer outra pessoa, cometerá sempre um crime ao tirar a vida de uma
criança antes do seu nascimento, porque é impedir a alma de suportar as provas das quais o corpo devia ser o instrumento.

359 No caso em que a vida da mãe esteja em perigo pelo nascimento do filho, existe crime ao sacrificar a criança para salvar a mãe?

– É preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe.

360 É racional ter pelo feto a mesma atenção que se tem pelo corpo de uma criança que tenha vivido?

– Em tudo isso deveis ver a vontade de Deus e Sua obra. Não trateis, portanto, levianamente as coisas que deveis respeitar. Por que não respeitar as obras da Criação, que são incompletas algumas vezes pela vontade do Criador? Isso pertence a seus desígnios, que ninguém é chamado a julgar.

880 Qual o primeiro de todos os direitos naturais do homem?

– O de viver. Ninguém tem o direito de atentar contra a vida de seu semelhante nem fazer o que possa comprometer sua existência física.

 

 

03- André Luiz e a concepção vista do lado espiritual

No livro Missionários da Luz, editado pela Feb, publicado em 1945, através da mediunidade missionária de Francisco Candido Xavier, no capitulo 13, contendo 70 paginas, temos o relato do médico André Luiz sobre o momento da concepção efetuada pelos trabalhadores da espiritualidade. Vamos fazer um resumo dos fatos.

André Luiz é convidado pelo mentor espiritual para conhecer os trâmites da reencarnação de Segismundo, através do casal Adelino e Raquel.

Às 18 horas comparecem na residência do casal que ficava num local simples, mas aprazível e viram que tomavam a refeição da tarde. O Espírito de Segismundo estava sentado numa cadeira e apresentava preocupações porque essa reencarnação era necessária para desbaratar-se definitivamente de problemas que o cercavam desde outras encarnações.

No mundo espiritual começara um trabalho de atendimento a Espíritos necessitados em posto que construira perto de uma cidade espiritual. Mas carregava consigo a necessidade de reparar erros antigos e pediu para voltar à Terra, principalmente devia pedir perdão a Adelino pois que fora anteriormente seu assassino.

À noite, fora do corpo físico, Adelino reencontra Segismundo que lhe pede perdão humildemente. Adelino o perdoa; com o fato escamas escuras saem de seu corpo diante do perdão sincero, e o recebe como filho em próxima encarnação.

Durante uma semana Segismundo permaneceu em ligação fluídica com os futuros pais. Seria o segundo filho do casal.

André Luiz encontrou-se com Herculano e Espíritos Construtores que iam colaborar na formação fetal de Segismundo. Examinavam mapas cromossômicos, com a assistência dos construtores presentes. Eram caracteres singulares, semelhantes a pequeninos arabescos, francamente indecifráveis ao olhar de André Luiz.

O mentor disse estar examinando a geografia dos genes nas estrias cromossômicas, a fim de certificar-se até que ponto poderiam colaborar em favor de Segismundo, com recursos magnéticos para a organização das propriedades hereditárias.

Os Espíritos Construtores começaram o trabalho de magnetização do corpo perispirítico, pedindo que Segismundo sintonizasse em sua forma pré-infantil. Segismundo estava cada vez mais inconsciente e em breve tempo seu perispírito assemelhava-se ao de uma criança.

O mentor comentou que os processos de reencarnação diferem ao infinito. Somente os grande Espíritos ao reencarnarem em missão praticamente dispensam esse serviço.

Alexandre convidou os Construtores a examinarem os mapas cromossômicos. Herculano e André Luiz participaram. Diziam os técnicos:

- Com exceção do tubo arterial, na parte a dilatar-se para o mecanismo do coração, tudo irá muito bem. Todos os genes poderão ser localizados com normalidade absoluta.

O Herculano permanecerá em definitivo junto de Segismundo, na nova experiência, até que ele atinja os sete anos, após o renascimento, ocasião em que o processo reencarnacionista estará consolidado.

Quando entraram ao aposento conjugal, o casal dormia entre lençóis de linho e os esperavam em Espírito, conscientes da grandeza da hora em curso. Desde a meia noite mais de cem amigos de Segismundo estavam no quarto para adorná-lo com as flores da amizade.

Alexandre observou que a hora ia adiantada, já passava das duas horas da manhã e deviam entregar aos cônjuges felizes o sagrado depósito. Fez a prece a Deus e Raquel pediu para receber seu filho, de joelhos.

Depois da prece uma coroa brilhante desceu do alto sobre a fronte de Raquel. Sua mãe que segurava Segismundo ofereceu-lhe o pequeno que foi aconchegado ao peito como a flor que se une à haste. Desde esse momento era alma de sua alma aquele que seria carne de sua carne. Raquel acordou, experimentando no coração estranha ventura.

Alexandre indicou os órgãos geradores de Raquel e André Luiz passou a observar as minúcias do fenômeno da fecundação.

Através dos condutos naturais, corriam os elementos sexuais masculinos, em busca do óvulo, como se estivessem preparados de antemão para uma prova eliminatória, em corrida de três milímetros, aproximadamente, por minuto.

Surpreendido, André Luiz reconheceu que o número deles se contava por milhões e que seguiam, em massa, para frente, em impulso instintivo, na sagrada competição.

Alexandre podia ver as disposições cromossômicas de todos os princípios masculinos em movimento, presidindo ao trabalho prévio de determinação do sexo do corpo a organizar-se.

Após acompanhar a marcha dos minúsculos competidores que constituíam a substância fecundante, identificou o mais apto, fixando nele o seu potencial magnético ajudando-o a desembaraçar-se dos companheiros para que fosse o primeiro a penetrar a pequenina bolsa maternal. O elemento focalizado por ele ganhou nova energia sobre os demais e avançou rapidamente na direção do alvo. A célula feminina que, em face do microscópico projétil espermático, se assemelhava a um pequeno mundo arredondado de açúcar, amido e proteínas, aguardando o raio vitalizante, sofreu a dilaceração da cutícula, à maneira de pequenina embarcação torpedeada, e enrijeceu-se, de modo singular, cerrando os poros tenuíssimos, como se estivesse disposta a recolher-se às profundezas de si mesma, a fim de receber, face a face, o esperado visitante, e impedindo a intromissão de qualquer outro dos competidores.

O elemento vitorioso prosseguiu a marcha, depois de atravessar a periferia do óvulo, gastando pouco mais de quatro minutos para alcançar o seu núcleo. Ambas as forças, masculina e feminina, formavam agora uma só, convertendo-se em tenuíssimo foco de luz.

Em seguida Alexandre ajustou a forma reduzida de Segismundo, que se interpenetrava com o organismo perispirítico de Raquel, sobre aquele microscópico globo de luz, impregnado de vida, e essa vida latente começou a movimentar-se.

Havia decorrido precisamente um quarto de hora, a contar do instante em que o elemento ativo ganhara o núcleo do óvulo passivo.

Depois de prolongada aplicação magnética, que era secundada pelo esforço dos Espíritos Construtores, Alexandre falou:

- Está terminada a operação inicial de ligação. Que Deus nos proteja.

Fios tenuíssimos prendiam Segismundo à organização fetal por isso não abandonava a companhia maternal. Quando fora do corpo, Raquel asilava-o nos braços carinhosos.

Alexandre comentou com André Luiz:

- Está pronto o serviço de reencarnação inicial. O trabalho completo, com a plena integração de nosso amigo nos elementos físicos, somente se
verificará de agora a sete anos!

 

04- André Luiz e a médica que matou 58 crianças ao nascer

 Esta narração está contida no livro Nosso Lar de André Luiz através da psicografia de Chico Xavier publicado pela Feb. Achamos conveniente resumir o caso ocorrido no Capitulo 31 – Vampiro.

O caso é relatado para mostrar o que ocorre depois da morte, na Espiritualidade, e para onde vão as pessoas que cometem crimes, que neste caso não era de abortos e sim de mortes de crianças ao nascer. O Espírito infanticida torna-se, no Mundo Espiritual, um verdadeiro vampiro. Vamos ao caso:

André Luiz está em Nosso Lar, com Narcisa, logo após às vinte e uma horas, quando chega um sentinela das Câmaras de Retificação, para notificar que uma infeliz mulher pedia socorro no grande portão que dá para os campo de cultura. Percorreram mais de um quilômetro até chegar à cancela. Do outro lado havia uma mulher coberta de andrajos, rosto horrendo e pernas em chaga viva.

- Filhos de Deus – bradou a mendiga – dai-me abrigo à alma cansada! Onde está o paraíso dos eleitos para que eu possa fruir a paz desejada.
Narcisa perguntou a André Luiz:

- Não está vendo os pontos negros?

- Não - respondeu.

- Quando se trata de criatura nesse estagio não posso fazer nada. Chamemos Paulo, o chefe da guarda.

Paulo disse tratar-se de um dos mais fortes vampiros que já havia visto. Mandou Narcisa olhar melhor no corpo espiritual da mendiga. Ela notou que 58 manchas negras estavam no corpo.

Esses pontos escuros representam cinqüenta e oito crianças assassinadas ao nascerem. Em cada mancha vejo a imagem mental de uma criancinha aniquilada, umas por golpes esmagadores, outras por asfixia.

Essa desventurada criatura foi profissional de ginecologia. A pretexto de aliviar consciências alheias, entregava-se a crimes nefandos, explorando a infelicidade de jovens inexperientes. A situação dela é pior que a dos suicidas e homicidas, que, por vezes, apresentam atenuantes de vulto.

Narcisa pediu se não seria possível cuidar dessa mulher e o vigilante lhe disse que o interesse dela estava em perturbar o trabalho em Nosso Lar e lhe propôs uma prova: sigamos a narrativa de André Luiz.

- Que deseja a irmã, do nosso concurso fraterno?

- Socorro! socorro! socorro!... - respondeu lacrimosa.

- Mas, minha amiga, é preciso sabermos aceitar o sofrimento retificador. Por que razão tantas vezes cortou a vida a entezinhos frágeis, que iam à luta com a permissão de Deus?

Ouvindo-o, inquieta, ela exibiu terrível carantonha de ódio e bradou:

- Quem me atribui essa infâmia? Minha consciência está tranqüila, canalha!... Empreguei a existência auxiliando a maternidade na Terra. Fui caridosa e crente, boa e pura...

- Não é isso que se observa na fotografia viva dos seus pensamentos e atos. Creio que a irmã ainda não recebeu, nem mesmo o benefício do remorso. Quando abrir sua alma às bênçãos de Deus, reconhecendo as necessidades próprias, então, volte até aqui.

Irada, respondeu a interlocutora:

- Demônio! Feiticeiro! Sequaz de Satã!... Não voltarei jamais!... Estou esperando o céu que me prometeram e que espero encontrar.

Assumindo atitude ainda mais firme, falou o Vigilante-Chefe com autoridade:

- Faça, então, o favor de retirar-se. Não temos aqui o céu que deseja. Estamos numa casa de trabalho, onde os doentes reconhecem o seu mal e tentam curar-se, junto de servidores de boa-vontade.

A mendiga objetou atrevidamente:

- Não lhe pedi remédio, nem serviço. Estou procurando o paraíso que fiz por merecer, praticando boas obras.

E, endereçando dardejante olhar de extrema cólera, perdeu o aspecto de enferma ambulante, retirando-se a passo firme, como quem permanece absolutamente senhor de si.

Acompanhou-a o Irmão Paulo com o olhar, durante longos minutos, e, voltando-se para nós, acrescentou:

- Observaram o Vampiro? Exibe a condição de criminosa e declara-se inocente; é profundamente má e afirma-se boa e pura; sofre desesperadamente e alega tranqüilidade; criou um inferno para si própria e assevera que está procurando o céu.

- É imprescindível tomar cuidado com as boas ou más aparências. Naturalmente, a infeliz será atendida alhures pela Bondade Divina, mas, por princípio de caridade legítima, na posição em que me encontro, não lhe poderia abrir nossas portas.

 

05- Divaldo P. Franco e a moça que cometeu 16 abortos

(inserto no livro Divaldo e o jovem - Livraria Leal)

Divaldo estava no aeroporto esperando um vôo quando encontrou uma mulher aparentando quarenta e poucos anos e mostrava-se doente.

Ela se aproximou e lhe disse que haviam conversado em outra oportunidade quando então lhe dissera que era solteira e que trabalhava em uma repartição pública e que se apaixonou pelo seu chefe, casado, 25 anos mais velho, e a 17 anos que estava junto com ele.

Como se queriam e ele não desejava deixar a família, resolveram que teriam um caso sem maiores conseqüências. Nesses 17 anos ela cometera 16 abortos, pois que nunca quis tomar comprimidos ou se cuidar de outro modo. Ele não queria filhos dessa união e ela fez esses abortos.

O pior é que não tinha nenhum remorso disso. Depois do primeiro encontro com o Divaldo ela ainda cometeu quatro abortos.

A mulher estava seguindo para Nova York para tentar um tratamento para uma neoplasia maligna que a acometia e que já apresentava metástase havia três meses. Divaldo conversou com ela dizendo que não tinha que dar conselhos, mas que sempre é tempo de reparar o mal que se faz.

Divaldo viu, ali, no aeroporto, não apenas os Espíritos que ela impediu de reencarnar, como, também, algumas Entidades impiedosas aguardando-a, com o amante, que já estava desencarnado, em estado de absoluta alucinação, preso a ela, desejando-a, gritando com os obsessores que ele provocara com a sua conduta imoral.

Qualquer pessoa sabe que o aborto é crime. Podem legalizá-lo um milhão de vezes, mas nunca o moralizarão. A lei universal é a Lei da Vida.

 

06- Conclusão sobre o aborto delituoso

O aborto delituoso é um anfinticidio, crime sem igual, pois que o ser que está sendo impedido de volver à vida material não pode se defender de maneira alguma.

A irresponsabilidade que margeia a vida de quem não quer assumir compromissos com a vida leva a esse ato ignominioso. Dizem que a mulher pode e deve mandar em seu corpo da maneira que achar melhor ou conveniente, mas se esquecem de que são partes de um sistema universal de amor e nesse conceito não existe “eu penso assim e pronto”; todos somos parte integrante no rol da vida e temos o conhecimento de que nos será cobrado ceitil por ceitil tudo quanto fizermos.

A ciência e o Espiritismo provam que a vida no corpo começa com a concepção. Deste instante em diante tudo o que se fizer contra a vida do novo ser que está ligado ao corpo é passível de acertos com Deus. A vida cobra muito caro esses crimes não importando o tempo em que isso será pago. É crime injustificável perante Deus.

Ademais o vínculo criado entre o Espírito que deveria reencarnar e a mãe, torna-se mais estreito ainda e pode criar longos processos obsessivos, culminando, muitas vezes, em internamento em hospitais psiquiátricos e morte. As conseqüências psicofísicas e espirituais causarão transtorno mental depressivo, obsessão e distúrbios do sistema reprodutor feminino sendo comum a infertilidade na mesma ou em futura encarnação.

Pode ocorrer que o Espírito que estava em vias de reencarnar e se vê tolhido neste mister, retorne no futuro como um delinqüente a assaltar a casa daquela que seria a sua mãe, bem como aquele que dará o primeiro tóxico para os outros filhos que não foram abortados.

Muitos paises o tornaram legal para se desincumbir de problemas morais que perturbam os que o cometem. Sendo lei humana não quer dizer que é lei divina. Não existem atenuantes para isso, apenas resgate e sofrimentos. Continua sendo crime aos olhos de Deus para quem o comete e a ele se submete e a Sua Lei cobrará os reajustes necessários no tempo certo.

No Brasil é permitido o aborto quando se objetiva a salvação da vida orgânica da gestante. A lei também é benigna quando a fecundação ocorre da violência pelo estupro.

A Espiritualidade nos ensina a ter consciência de todos os atos que praticamos. Existem muitas maneiras de se praticar o sexo seguro e sempre é preferível prevenir a remediar.

Luiz Marini 09-2009

 

 

 

 

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